A Hipocrisia e as Mentiras de Lula na ONU

lula na onu 2025

Lula: O Anão Moral da ONU

O discurso de Luiz Inácio Lula da Silva na 80ª Assembleia Geral da ONU não foi um pronunciamento diplomático. Foi um ato de encenação política, repleto de mentiras descaradas, hipocrisias gritantes e uma defesa explícita do autoritarismo judicial que ele mesmo promoveu.

Lula falou sobre “soberania”, “democracia”, “direitos humanos” e “multilateralismo” — mas cada palavra saiu de sua boca carregada de cinismo, porque ele é o mesmo homem que apoiou a censura de redes sociais, que condenou um ex-presidente sem provas, e que defende ditadores como Maduro e Castro.

Este artigo expõe, ponto a ponto, o que Lula realmente disse — e o que ele omitiu ou distorceu — com base em fatos, documentos oficiais e declarações públicas de autoridades internacionais.


1. “Atentados à soberania”? A verdade é outra

“Atentados à soberania, sanções arbitrárias e intervenções unilaterais estão se tornando regra.”
— Lula na ONU

Essa frase soa como uma denúncia contra os EUA — mas na verdade, é uma confissão.

As “sanções” a que Lula se refere são as impostas pelo governo Trump à Alexandre de Moraes, por suas ações ilegais de censura e perseguição política. E a “soberania” que ele invoca? Foi violada pelo próprio Moraes — e pelo próprio Lula — quando ele mandou derrubar contas de conservadores, jornalistas e até esposas e filhos menores de idade, sob o pretexto de “fake news”.

O que realmente aconteceu:

  • Moraes ordenou que Facebook, X, Instagram e Rumble banissem perfis de conservadores — inclusive de figuras públicas e candidatos — sem o devido processo, sem aviso, apenas com ameaça de multas milionárias.
  • Empresas americanas foram obrigadas a violar leis dos EUA (como a Primeira Emenda) para cumprir ordens ilegais do STF.
  • Donald Trump respondeu com sanções individuais contra Moraes e sua esposa — não contra o Brasil, mas contra a pessoa que violou direitos humanos.

“Sanções à pessoa, não ao país” — é isso que a Lei Magnitsky faz. Chamar isso de “ataque à soberania” é admitir que toda a soberania brasileira está nas mãos de um juiz.


2. “Agressão ao poder judiciário”? A farsa do julgamento de Bolsonaro

“Há poucos dias… um ex-chefe de Estado foi condenado por atentar contra o Estado democrático de direito… teve amplo direito de defesa.”
— Lula na ONU

Mais uma mentira. Jair Bolsonaro foi condenado por um tribunal formado por ministros indicados pela esquerda — e o julgamento foi feito sem provas, sem testemunhas, e com uma clara intenção política.

Os fatos:

  • Ministros que votaram pela condenação: Alexandre de Moraes (Indicado por Temer e inimigo pessoal de Bolsonaro), Flávio Dino (comunista, indicado por Lula), Cármen Lúcia (indicada por Lula em 2006), Cristiano Zanin (indicado por Lula em 2023).
  • Único ministro que absolveu Bolsonaro: Luiz Fux — indicado por Dilma Rousseff em 2011, e que declarou:

“Não há provas da participação de Bolsonaro em três pontos centrais da acusação… Ele é inocente em relação a todos os crimes.”

Se houve “amplo direito de defesa”, por que o réu foi condenado por um júri claramente parcial, sem prova, e com um único voto contrário?


3. “Brasil voltou a sair do mapa da fome”? Uma mentira estatística

“Com orgulho, recebemos da FAO a confirmação de que o Brasil voltou a sair do mapa da fome este ano de 2025.”
— Lula na ONU

Uma declaração triunfante — mas falsa.

Os números reais:

  • Em 2000, havia 1 bilhão de pessoas famintas no mundo. Em 2025, são 670 milhões.
  • Mas no Brasil, a fome persiste, e simplesmente dizer que o Brasil saiu do mapa da fome
    dá a impressão de que o problema foi resolvido, mas a realidade é que mais de 7 milhões de brasileiros ainda passam por dificuldades para se alimentar atualmente.
  • E o governo Lula, que prometeu erradicar a fome, aumentou a inflação, os impostos e o desemprego — o que só agrava a pobreza.

Chamar isso de “vitória” é usar a fome como moeda política — enquanto o povo passa fome.


4. “Defender Cuba e Venezuela”? Aliados de ditaduras

“É inadmissível que Cuba seja listada como país que patrocina o terrorismo. A via do diálogo não deve estar fechada na Venezuela.”
— Lula na ONU

Lula defendeu dois regimes que matam, torturam e prendem seus próprios cidadãos — e ainda chama isso de “diálogo”.

O que Lula omite:

  • Cuba é uma ditadura comunista que mantém prisioneiros políticos, proíbe a liberdade de imprensa e reprime manifestações pacíficas.
  • Venezuela, sob Maduro, é um estado falido que vive de corrupção, inflação galopante e repressão violenta.
  • Ambos são aliados de Lula — e ele os defende abertamente na ONU, enquanto condena países que combatem o terrorismo.

Para Lula, “terrorista” é quem escreve “perdeu, mané” com batom — mas não é o líder da PCC, nem o Hamas, nem o regime de Maduro.


5. “Palestina e Israel”: A hipocrisia mais escancarada

“Os atentados terroristas perpetrados pelo Hamas são indefensáveis… mas nada, absolutamente nada, justifica o genocídio em curso em Gaza.”
— Lula na ONU

Uma frase que revela a duplicidade moral de Lula.

O que ele não disse:

  • O Hamas atacou Israel em 7 de outubro de 2023, matando mais de 1.200 pessoas, estuprando mulheres, queimando bebês e sequestrando 250 reféns.
  • Israel respondeu com uma ofensiva militar que eliminou centenas de combatentes do Hamas e, infelizmente, civis também morreram, principalmente pelo motivo de que é tática do Hamas usar a própria população como escudo.
  • Lula não mencionou o ataque do Hamas — apenas culpou Israel.
  • Enquanto isso, o vice-presidente Geraldo Alckmin posou ao lado de um líder iraniano que apoiou o ataque ao Israel — e Lula ficou em silêncio.

Chamar o ataque do Hamas de “indefensável” e depois culpar Israel por defender seu povo é uma farsa moral.


6. “COP 30 em Belém será a COP da verdade”? Um fiasco anunciado

“A COP 30 em Belém no Brasil será a COP da verdade. Será o momento de os líderes mundiais provarem a seriedade de seu compromisso com o planeta.”
— Lula na ONU

Mais uma promessa vazia — e contraditória.

Os dados reais:

  • O desmatamento na Amazônia diminuiu — mas a degradação florestal triplicou.
  •  Houve um aumento de 287% na área queimada em florestas em 2024.
  • O governo Lula gastou R$ 30 milhões em shows e eventos para a COP — enquanto o saneamento básico na região continua precário.
  • O Brasil ainda não apresentou um plano realista para reduzir as emissões — e Lula quer impor impostos globais aos ricos, sem resolver os problemas domésticos.

COP da verdade? Mais parece a COP da propaganda — onde a verdade é substituída por discursos vazios.


7. “Regulação das plataformas digitais”? Censura disfarçada de proteção

“A internet não pode ser terra sem lei. Regular não é restringir a liberdade de expressão, é garantir que o que já é ilegal no mundo real seja tratado assim também no ambiente digital.”
— Lula na ONU

Mais uma mentira. O que Lula chama de “regulação” é censura.

O que realmente acontece:

  • O governo Lula criou uma lei que permite bloquear contas de redes sociais por “discurso de ódio” — o que inclui críticas ao governo, à esquerda e à própria Lula.
  • O projeto de lei enviado ao Congresso prevê a instalação de data centers sustentáveis — mas não resolve o problema central: a censura política.

Lula também diz que quer proteger as crianças — mas usa a mesma lei para calar os adultos que discordam dele.


8. “Democracias sólidas vão além do ritual eleitoral”? Pura hipocrisia

“Democracias sólidas vão além do ritual eleitoral. Seu vigor pressupõe a redução das desigualdades, a garantia dos direitos mais elementares…”
— Lula na ONU

Uma declaração que soa bem — mas é uma piada, vinda de um homem que:

  • Foi condenado por corrupção no mensalão — o maior escândalo de compra de votos da história do Brasil.
  • Criou um sistema de clientelismo que mantém milhões dependentes do Estado — e não da liberdade econômica.
  • Promove uma cultura de ódio político que tenta desumanizar os conservadores — e ele ainda culpa a “extrema direita” por isso.

Lula fala de democracia — mas é o mesmo homem que tentou criminalizar a oposição, censurar a imprensa e transformar o Judiciário em ferramenta política.


Conclusão: Lula na ONU — um discurso de farsa, autoritarismo e autocomplacência

O discurso de Lula na ONU foi um ato de encenação política, repleto de mentiras, hipocrisias e autoritarismo. Ele falou sobre “soberania”, mas violou a soberania dos Estados Unidos. Falou sobre “democracia”, mas condenou um ex-presidente sem provas. Falou sobre “direitos humanos”, mas defende ditadores como Maduro e Castro. Falou sobre “fome”, mas o Brasil ainda tem mais de 7 milhões de pessoas em insegurança alimentar. Falou sobre “clima”, mas o desmatamento na Amazônia continua — e o governo gasta R$ 30 milhões em shows para a COP.

Lula não é um defensor da democracia. É um defensor de si mesmo e do autoritarismo — disfarçado de humanista.

Foto: Reprodução YouTube – Nações Unidas


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Defendemos a verdade — porque sabemos que, sem liberdade, não há democracia.

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