A Hipocrisia e as Mentiras de Lula na ONU
Lula: O Anão Moral da ONU
O discurso de Luiz Inácio Lula da Silva na 80ª Assembleia Geral da ONU não foi um pronunciamento diplomático. Foi um ato de encenação política, repleto de mentiras descaradas, hipocrisias gritantes e uma defesa explícita do autoritarismo judicial que ele mesmo promoveu.
Lula falou sobre “soberania”, “democracia”, “direitos humanos” e “multilateralismo” — mas cada palavra saiu de sua boca carregada de cinismo, porque ele é o mesmo homem que apoiou a censura de redes sociais, que condenou um ex-presidente sem provas, e que defende ditadores como Maduro e Castro.
Este artigo expõe, ponto a ponto, o que Lula realmente disse — e o que ele omitiu ou distorceu — com base em fatos, documentos oficiais e declarações públicas de autoridades internacionais.
1. “Atentados à soberania”? A verdade é outra
“Atentados à soberania, sanções arbitrárias e intervenções unilaterais estão se tornando regra.”
— Lula na ONU
Essa frase soa como uma denúncia contra os EUA — mas na verdade, é uma confissão.
As “sanções” a que Lula se refere são as impostas pelo governo Trump à Alexandre de Moraes, por suas ações ilegais de censura e perseguição política. E a “soberania” que ele invoca? Foi violada pelo próprio Moraes — e pelo próprio Lula — quando ele mandou derrubar contas de conservadores, jornalistas e até esposas e filhos menores de idade, sob o pretexto de “fake news”.
O que realmente aconteceu:
- Moraes ordenou que Facebook, X, Instagram e Rumble banissem perfis de conservadores — inclusive de figuras públicas e candidatos — sem o devido processo, sem aviso, apenas com ameaça de multas milionárias.
- Empresas americanas foram obrigadas a violar leis dos EUA (como a Primeira Emenda) para cumprir ordens ilegais do STF.
- Donald Trump respondeu com sanções individuais contra Moraes e sua esposa — não contra o Brasil, mas contra a pessoa que violou direitos humanos.
“Sanções à pessoa, não ao país” — é isso que a Lei Magnitsky faz. Chamar isso de “ataque à soberania” é admitir que toda a soberania brasileira está nas mãos de um juiz.
2. “Agressão ao poder judiciário”? A farsa do julgamento de Bolsonaro
“Há poucos dias… um ex-chefe de Estado foi condenado por atentar contra o Estado democrático de direito… teve amplo direito de defesa.”
— Lula na ONU
Mais uma mentira. Jair Bolsonaro foi condenado por um tribunal formado por ministros indicados pela esquerda — e o julgamento foi feito sem provas, sem testemunhas, e com uma clara intenção política.
Os fatos:
- Ministros que votaram pela condenação: Alexandre de Moraes (Indicado por Temer e inimigo pessoal de Bolsonaro), Flávio Dino (comunista, indicado por Lula), Cármen Lúcia (indicada por Lula em 2006), Cristiano Zanin (indicado por Lula em 2023).
- Único ministro que absolveu Bolsonaro: Luiz Fux — indicado por Dilma Rousseff em 2011, e que declarou:
“Não há provas da participação de Bolsonaro em três pontos centrais da acusação… Ele é inocente em relação a todos os crimes.”
Se houve “amplo direito de defesa”, por que o réu foi condenado por um júri claramente parcial, sem prova, e com um único voto contrário?
3. “Brasil voltou a sair do mapa da fome”? Uma mentira estatística
“Com orgulho, recebemos da FAO a confirmação de que o Brasil voltou a sair do mapa da fome este ano de 2025.”
— Lula na ONU
Uma declaração triunfante — mas falsa.
Os números reais:
- Em 2000, havia 1 bilhão de pessoas famintas no mundo. Em 2025, são 670 milhões.
- Mas no Brasil, a fome persiste, e simplesmente dizer que o Brasil saiu do mapa da fome
dá a impressão de que o problema foi resolvido, mas a realidade é que mais de 7 milhões de brasileiros ainda passam por dificuldades para se alimentar atualmente. - E o governo Lula, que prometeu erradicar a fome, aumentou a inflação, os impostos e o desemprego — o que só agrava a pobreza.
Chamar isso de “vitória” é usar a fome como moeda política — enquanto o povo passa fome.
4. “Defender Cuba e Venezuela”? Aliados de ditaduras
“É inadmissível que Cuba seja listada como país que patrocina o terrorismo. A via do diálogo não deve estar fechada na Venezuela.”
— Lula na ONU
Lula defendeu dois regimes que matam, torturam e prendem seus próprios cidadãos — e ainda chama isso de “diálogo”.
O que Lula omite:
- Cuba é uma ditadura comunista que mantém prisioneiros políticos, proíbe a liberdade de imprensa e reprime manifestações pacíficas.
- Venezuela, sob Maduro, é um estado falido que vive de corrupção, inflação galopante e repressão violenta.
- Ambos são aliados de Lula — e ele os defende abertamente na ONU, enquanto condena países que combatem o terrorismo.
Para Lula, “terrorista” é quem escreve “perdeu, mané” com batom — mas não é o líder da PCC, nem o Hamas, nem o regime de Maduro.
5. “Palestina e Israel”: A hipocrisia mais escancarada
“Os atentados terroristas perpetrados pelo Hamas são indefensáveis… mas nada, absolutamente nada, justifica o genocídio em curso em Gaza.”
— Lula na ONU
Uma frase que revela a duplicidade moral de Lula.
O que ele não disse:
- O Hamas atacou Israel em 7 de outubro de 2023, matando mais de 1.200 pessoas, estuprando mulheres, queimando bebês e sequestrando 250 reféns.
- Israel respondeu com uma ofensiva militar que eliminou centenas de combatentes do Hamas e, infelizmente, civis também morreram, principalmente pelo motivo de que é tática do Hamas usar a própria população como escudo.
- Lula não mencionou o ataque do Hamas — apenas culpou Israel.
- Enquanto isso, o vice-presidente Geraldo Alckmin posou ao lado de um líder iraniano que apoiou o ataque ao Israel — e Lula ficou em silêncio.
Chamar o ataque do Hamas de “indefensável” e depois culpar Israel por defender seu povo é uma farsa moral.
6. “COP 30 em Belém será a COP da verdade”? Um fiasco anunciado
“A COP 30 em Belém no Brasil será a COP da verdade. Será o momento de os líderes mundiais provarem a seriedade de seu compromisso com o planeta.”
— Lula na ONU
Mais uma promessa vazia — e contraditória.
Os dados reais:
- O desmatamento na Amazônia diminuiu — mas a degradação florestal triplicou.
- Houve um aumento de 287% na área queimada em florestas em 2024.
- O governo Lula gastou R$ 30 milhões em shows e eventos para a COP — enquanto o saneamento básico na região continua precário.
- O Brasil ainda não apresentou um plano realista para reduzir as emissões — e Lula quer impor impostos globais aos ricos, sem resolver os problemas domésticos.
COP da verdade? Mais parece a COP da propaganda — onde a verdade é substituída por discursos vazios.
7. “Regulação das plataformas digitais”? Censura disfarçada de proteção
“A internet não pode ser terra sem lei. Regular não é restringir a liberdade de expressão, é garantir que o que já é ilegal no mundo real seja tratado assim também no ambiente digital.”
— Lula na ONU
Mais uma mentira. O que Lula chama de “regulação” é censura.
O que realmente acontece:
- O governo Lula criou uma lei que permite bloquear contas de redes sociais por “discurso de ódio” — o que inclui críticas ao governo, à esquerda e à própria Lula.
- O projeto de lei enviado ao Congresso prevê a instalação de data centers sustentáveis — mas não resolve o problema central: a censura política.
Lula também diz que quer proteger as crianças — mas usa a mesma lei para calar os adultos que discordam dele.
8. “Democracias sólidas vão além do ritual eleitoral”? Pura hipocrisia
“Democracias sólidas vão além do ritual eleitoral. Seu vigor pressupõe a redução das desigualdades, a garantia dos direitos mais elementares…”
— Lula na ONU
Uma declaração que soa bem — mas é uma piada, vinda de um homem que:
- Foi condenado por corrupção no mensalão — o maior escândalo de compra de votos da história do Brasil.
- Criou um sistema de clientelismo que mantém milhões dependentes do Estado — e não da liberdade econômica.
- Promove uma cultura de ódio político que tenta desumanizar os conservadores — e ele ainda culpa a “extrema direita” por isso.
Lula fala de democracia — mas é o mesmo homem que tentou criminalizar a oposição, censurar a imprensa e transformar o Judiciário em ferramenta política.
Conclusão: Lula na ONU — um discurso de farsa, autoritarismo e autocomplacência
O discurso de Lula na ONU foi um ato de encenação política, repleto de mentiras, hipocrisias e autoritarismo. Ele falou sobre “soberania”, mas violou a soberania dos Estados Unidos. Falou sobre “democracia”, mas condenou um ex-presidente sem provas. Falou sobre “direitos humanos”, mas defende ditadores como Maduro e Castro. Falou sobre “fome”, mas o Brasil ainda tem mais de 7 milhões de pessoas em insegurança alimentar. Falou sobre “clima”, mas o desmatamento na Amazônia continua — e o governo gasta R$ 30 milhões em shows para a COP.
Lula não é um defensor da democracia. É um defensor de si mesmo e do autoritarismo — disfarçado de humanista.
Foto: Reprodução YouTube – Nações Unidas
Olhar Destro — Fatos. Fé. Liberdade. Sempre com olhar destro.
Defendemos a verdade — porque sabemos que, sem liberdade, não há democracia.



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